Esta é uma obra onde o autor, um leitor assíduo da Bíblia Sagrada, promove crítica voraz aos modelos das igrejas cristãs existentes no planeta, sob a convicção de não possuírem o menor resquício de similaridade com a Igreja Primitiva criada pelos Apóstolos de Jesus Cristo, tão logo assunto aos céus, como visto nos primeiros capítulos do livro de Atos dos Apóstolos do Novo Testamento da Bíblia Sagrada.
Além obviamente dos critérios de compartilhamento de bens, abandonado logo que os últimos apóstolos cumpriram sua missão, é visível que a estrutura organizacional de hierarquia sacerdotal de comando das igrejas atuais não mostra total compatibilidade com a Igreja Primitiva, salvo alguns nomes de cargos que elas ainda utilizam nos dias de hoje, porém com o erro de determinar autoridade de uns membros sobre outros, contrário ao modelo original.
Embora essas modificações sejam de menor monta, mesmo significando desobediência aos ensinamentos de Jesus Cristo sobre o desapego de bens materiais e a necessidade de igualdade e humildade entre todos os humanos, o autor entretanto aponta como gravidade o fato da persistência dos cristãos em manterem aceso o Pecado Original nos seus comportamentos, mesmo após o sacrifício de Cristo para retirá-lo dos ombros dos homens, e a obsessão em considerar os aspectos da Lei Mosaica como elementos doutrinários e de obediência cega, nada obstante ela tenha sido implementada exclusiva para judeus.
Nesta obra o autor apresenta as suas teses que mostram esses erros, como circunstâncias que dificultará grandemente a salvação de grande parte dos cristãos, os quais estão longe dos princípios lançados pela Nova Aliança estabelecida por Deus para os gentios.
Leia as propostas lançadas pelo autor e comparem com o Novo Testamento da Bíblia Sagrada, tirando as suas próprias conclusões.
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